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CONCERTO

EMMANUELE BALDINI VIOLINOANDRÉ MEHMARI PIANO

14 JUL, DOMINGO, 11H

SALA DO PORÃO

A música de J.S. Bach é universal, transcendente e acolhe diversas interpretações em variados instrumentos. O projeto "Conversas com Bach" surgiu espontaneamente quando André Mehmari apresentou sua interpretação ao piano da Chacona em ré menor a Emmanuele Baldini, buscando sua opinião.
 
O entusiasmo de Baldini levou à criação de um projeto colaborativo centrado na obra de Bach, incluindo uma peça composta por Mehmari para o duo. Antes do lockdown em 2020, o duo gravou o álbum "Conversas com Bach", apresentando três versões distintas da Chacona: ao piano, ao cravo e ao violino.
 
Este projeto estreou em Toronto, Canadá, e em dezembro de 2023 foi apresentado no Japão. Agora, em Vermelhos, "Conversas com Bach" estreia no Brasil, seu país de origem.
 
REPERTÓRIO
JOHANN SEBASTIAN BACH
Sonata para violino e baixo contínuo em Mi menor BWV 1023
- Adágio
- Allemande
- Gigue
 
JOHANN SEBASTIAN BACH
Chaconne BWV 1004 para violino solo 
 
MEHMARI
Dois movimentos da Suíte Brasileira para violoncelo e piano (2016)
(Versão para violino e piano 2023)
I- Valsa Brasileira 
II- Baião 
 
JOHANN SEBASTIAN BACH
Chaconne BWV 1004 (arranjo para piano solo de A. Mehmari)
 
ANDRÉ MEHMARI
Conversas com Bach
- Aria Brasileira
- Reza
- Scherzo digitale
- Alla siciliana
- Introduzione
- Animato

 
André Mehmari é um dos maiores expoentes da música criativa brasileira, com uma produção diversificada que abrange piano solo, jazz, ópera, choro, música orquestral e de câmara, e canções populares. Com mais de cinquenta e cinco álbuns lançados desde 1998, muitos produzidos em seu Estúdio Monteverdi na Mata Atlântica, sua obra é singular e extensa.
 
Ganhou destaque ao vencer a primeira edição do Prêmio Visa de MPB. Com duas indicações ao Grammy Latino, suas composições e arranjos são executados por grupos orquestrais e de câmara no Brasil e no exterior.
 
Atuou como solista em mais de quarenta países e participou de festivais de jazz no Brasil, USA, França e Itália.
 
Colaborou com artistas de renome como Antônio Meneses, Emmanuele Baldini, Maria Bethânia, Milton Nascimento, e muitos outros, transcendendo gêneros e barreiras estilísticas.
 
Em 2022, foi triplamente premiado no Prêmio Profissionais da Música e, em 2023, recebeu o Grande Prêmio Concerto por sua intensa produção de música clássica.
 

Emmanuele Baldini é spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, regente titular da Orquestra Sinfônica de Ñube no Chile e regente titular da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí no Brasil. Em 2017 recebeu o prêmio de Melhor Instrumentista da APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Venceu o primeiro concurso internacional aos 12 anos de idade e, mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Fórum Junger Künstler de Viena. Apresentou-se em recitais nas principais cidades italianas e européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão.

Foi spalla da Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha e no Teatro Giuseppe Verdi de Trieste, atuando também como concertino na Orquestra do Teatro alla Scala, de Milão.

Como solista, tocou com a Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, a Orchestre de la Suisse Romande, a Wierner Kammerorchester, a Flanders Youth Philharmonic Orchestra, a Orquestra Estatal da Moldávia e a Orquestra do Teatro Giuseppe Verdi de Trieste. Sobre ele, Claudio Abbado escreveu: “Fiquei impressionado com sua qualidade musical e com tamanha habilidade técnica”.

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